quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Os alunos do Centro Estadual de Educação Profissional do Oceano - CEEPO - Vera Cruz BA apresentam a Vera Cruz que ninguém vê

Por: Joaquim Castro


Visando chamar a atenção do povo de sua cidade para as riquezas naturais, tradição da cultura local e a questão da violência urbana, os estudantes do curso técnico de Turismo e Informática do Centro Estadual de Educação Profissional do Oceano - C.E.E.P.O Vera cruz BA produziram um documentário que retrata uma realidade de contrastes em sua cidade: O vídeo chamado: A Vera Cruz que ninguém vê. 

A atividade faz parte do Projeto Identidade, uma iniciativa do Professor de Turismo Márcio Borri.




Pra auxiliar na produção do vídeo, Borri estendeu a atividade para os alunos do curso técnico de Informática, e o Professor Daniel Cimas passou a coordenar. Que por sua vez, convidou à mim (Joaquim Castro) como estudante do curso de Comunicação Social – Jornalismo da faculdade UNIME-Salvador e morador da cidade de Vera Cruz, no intuito de desenvolver a produção e o olhar jornalístico nos alunos do C.E.E.P.O.

Durante todo o mês de julho, os alunos do C.E.E.P.O Tiveram aulas de produção textual, técnicas e gêneros jornalísticos, introdução à fotografia, ética, história e geografia crítica do município, dentre outros assuntos. Os alunos abordaram os temas que poderiam lhes servir como base para a produção das pautas, e para a criação do documentário, desenvolvendo a produção textual e a dinâmica social que eles observaram enquanto moradores da localidade. Nesse contexto surgiu o tema para o vídeo documentário.




Em pauta, a ideia era conversar com moradores antigos de algumas localidades; saber quais aspectos a cidade melhorou ou piorou; conhecer histórias antigas do local; debater questões sociais e políticas do município e conhecer um pouco mais da história e da cultura veracruzense.

Daniel conduziu os alunos para as localidades de Cacha Pregos e Barra do Gil, e eles conheceram e conversaram com moradores antigos. 

Em Barra do Gil , os alunos conheceram um pouco da cultura artesã do Sr. Domingos (Dominguinhos), a história da localidade com Dona Gildete (Jujú), e o cotidiano da ilha nos tempos de Dona Catarina (Catíta). Em Cacha Pregos o samba de roda foi destaque. A aluna Taíse Rosa convidou seus colegas a sambar e cantarolar as antigas cantigas do tempo dos escravos.

Nesse documentário, eu (Joaquim Castro) aproveitei a oportunidade para expor fotografias que retratam as belezas naturais da fauna, flora, praias e morros de Vera Cruz, dando enfoque para a localidade de Barra do Gil.



No dia 31 de Julho de 2012 os alunos apresentaram aos seus moradores de Vera Cruz, em praça pública, o vídeo produzido. Nesse dia a cidade comemorou os 50 anos de emancipação. “É um projeto que visa desenvolver o conhecimento dos jovens e a prática de atividades onde eles possam criar e aprender mais e mais” disse Borrí.




Com muita música e alegria, os alunos desfilaram pelas de Mar Grande, centro da cidade, onde receberam aplausos de seus pais, amigos e vizinhos, mostrando que o futuro da Ilha se faz com muito esforço e estudo.

Para obter mais informações sobre o CEEPO -Vera Cruz e outros Centros Profissionalizantes da rede Estadual acessem o Blog da Educação Profissional da Bahia

Assistam ao Vídeo Documentário: A Vera Cruz que ninguém vê:


terça-feira, 9 de outubro de 2012

Um mundo maravilhoso só é possível com a colaboração dos amigos de verdade

Por: Joaquim Castro


Passava os poucos momentos livres do meu dia tocando violão, no inverno de 2008. Aquele foi um inverno cansativo, e eu cuidava de jardins e de dois lindos cães da raça Rottweilers.

Mas quando o sol beijava o horizonte, era o momento de maior regozijo - não pelo fato de não gostar de jardins ou dos belos cães Ykie e Estrella - mas é que havia alguém muito especial me esperando para um novo Jam via webcam: Minha querida amiga Mei.

Lembro-me ainda da sequencia linda que eu tocava pra ela, todas de Pink Floyd: começava com Your Possible Pasts, e seguia tocando algumas músicas do disco The Final Cut: One Of A Few, The Gunner’s Dream, The hero’s Return até a célebre: The Final Cut. Depois eu tocava Green Is The Colour e Cry Song do disco: More; Wots...Uh The Deal Do disco: Obscured By Clouds, e fechava com Hey You e Confortably Numb do disco: The Wall.

Eram noites maravilhosas, pois a solidão dominava todos os infinitos cantos daquele casarão enorme e luxuoso onde morávamos eu e minha irmã. Ela até que gostava, sempre quis morar numa cassa assim. Mas eu - cheio de energia e amigos ao redor - me sentia só e triste dentro daquela casa onde todos desejariam morar.

Mei era uma menina adorável - poxa... Ainda é! (risos) - Era a companhia perfeita para o tema principal daquela vida reclusa que vivia: A amizade à distância, pois ela morava em Belo Horizonte – Minas Gerais. Falávamos dos nossos sonhos e planos. Ela queria viajar, conhecer o mundo de ponta a ponta. Eu acho que queria o mesmo, mas já tinha feito minha pequena aventura levando a vida de Hippie por alguns lindos e difíceis anos. Era assim que nos confortávamos todas as noites.



Lembro-me que naquela época eu tinha até uma pequena plateia que assistia a meus shows via Webcam, lá em Minas... Era muito bom.

Hoje as coisas mudaram um pouco, algumas continuaram as mesmas.

Ela conseguiu. Saiu pelo mundo e coleciona amizades e amigos por toda a parte desse globo. Sempre vejo alguns relatos de novos amores, coisas e lugares fantásticos que ela visita e novos roteiros que ela faz. Nunca perdi o carinho pela menina de cabelos curtos e encaracolados e de sorriso meigo que eu conquistei a amizade. Desde aquela época, se passaram quatro anos. Eu... Dizer o que fiz ao longo desses anos é bem fácil, mas o que convém aqui não é isso. (risos)




A música é do James Taylor com Paul Simon e Art Garfunkel, e se chama What A Wonderful World. Ei...! Não é a do Louis Armstrong não, viu? E ai vocês me perguntam: E essa canção? Porque não é uma das canções do Pink Floyd?

Ah meu amigo! Ela tem andado meio assim... Descontente com muitas coisas, mas eu tento sempre evidenciar o que sempre foi de mais importante em nossa amizade: nosso carinho. E quando eu pensei que não tinha mais jeito, ela veio com essa canção que faz lembrar bons momentos de adolescente. Essa doce melodia que me fazia relaxar nas horas tensas – Em 1999, uma professora fazia musicoterapia e pediu que os alunos relaxassem em casa ouvindo algo diferente do que eles ouvem. Eu adorava Rap e minha banda favorita era Planet Hemp, então imaginem ai quanta tensão...?

Meus amigos se esbaldem com essa canção linda que minha amiga Mei me fez relembrar. O sentido das postagens não teria lógica se não fosse por isso. Pelos meus grandes amigos de perto, de longe, dos que se foram e dos que estão aqui. Daqueles que vejo todos os dias e desses como Mei; que nunca vi, mas amo na mesma medida.

A MÚSICA: What A Wonderful World “Ebá, Depois de muitas noites sem dormir, escutei ela e PIMBÁ”

O ARTISTA: James Taylor “Meu tio ainda tá na pegada”

O DISCO: JT “Baixado, escutado e aprovado!”

O ANO: 1977. “O que será que mainha e painho estavam fazendo nessa época?”

Mais informações acessem o SiteOficial de James Taylor e a Fan Page no Facebook.

Escutem a música no youtube:


segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Buffalo Swan nos instiga a pensar sobre nossas emoções

Por: Joaquim Castro

Perceba que a mesma coisa que te faz grande acaba por te diminuir quando você pensa que a domina?! Essa força que têm as expressões e impressões... Esse dom de medir a potência em algo extremamente emocional ao ponto de torná-lo lógico. De onde vem essa razão?

Buffalo Swan nos reporta a essa conjuntura de razões ao expressivo, na convicção de que a vida é guiada pela força das emoções ao nosso redor. Isso quebra todas as balizas do método hipotético que convém ao consumismo pré-determinante.

Incansavelmente, Black Mountain nos mostra esses breaks que existem no estudo da razão. Seja ela categórica ou hipotética.

E mesmo sabendo que essa lógica possui certas coisas que queremos saber, nunca colocamos ela em primeiro plano de nenhuma das nossas decisões sociais. Bem, algumas vezes... Mas é isso que devemos mudar! Coloquemos nossos sentimentos em xeque, nossas emoções no altar-mor para que, enfim, possamos nos compreender e entender melhor, uns aos outros.

A MÚSICA: Buffalo Swan “O conceito”

A BANDA: Black Mountain “Revivendo o que foi perdido no Rock In Roll

O ÁLBUM: Druganaut EP “Uma raridade do século XXI”

O ANO: 2005 “O começo do entendimento”

Mais informações acessem o Site Oficial da banda e a Fan Page no Facebook

Assista ao vídeo da música Buffalo Swan:


sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Os candidatos Hamilton Assis e Aline Castelo Branco apresentaram suas propostas e projetos na área da cultura para os alunos da Universidade UNIME em Salvador.

Por: Hanna Dantas, Wévela Mendes, Thomas Pablo e Joaquim Castro


Faltando poucos dias para as eleições municipais, os candidatos: Aline Castelo Branco (candidata a vereadora pelo partido PMDB) - representando o candidato a prefeito Mário Kertész do PMDB - e Hamilton Assis (candidato a prefeito pelo PSOL), participaram de um debate na Universidade Metropolitana de Educação e Cultura (Unime) no campus de Salvador, na noite do dia 25 de setembro. O objetivo do debate foi apresentar aos estudantes suas propostas e projetos para a cidade.


A equipe Som Di Track entrevistou os candidatos e quis saber quais são seus projetos e propostas caso eleitos, para a área da cultura em Salvador.



A candidata Aline abordou a importância do vereador como fiscal nas ações do prefeito, salientando também a necessidade dos Centros Sociais Urbanos para difusão da cultura e dos esportes, além da reforma dos Centros Culturais de Salvador já existentes, com a possibilidade de cursos profissionalizantes.


Confiram, na íntegra, a reportagem com a candidata:                           




O candidato Hamilton disse que Cultura é todo o seu programa de campanha. 





Ressaltando alguns problemas administrativos da cidade, e questões sobre a Secretaria de Cultura no contexto de gestão. Investimentos na produção artística em geral é a Prióri do seu mandato, caso eleito.


Confiram, na íntegra, a reportagem com o candidato:





Trabalho produzido pelos alunos do 3° e 4° semestre do curso de Comunicação Social - Jornalismo da União Metropolitana de Educação e Cultura - UNIME Salvador, BA.

Texto e edição de vídeo: Joaquim Castro
Revisão de texto: Hanna Dantas
Reportagem: Wévela Mendes
Áudio: Thomas Pablo







quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Time Of Heroes - The Libertines Pois todos somos heróis em tempos como esses

Por: Joaquim Castro


Aquela correria todos os dias te sufoca e não te sobra tempo nem pra pensar no que o dia lhe apresenta: Um belo raiar do sol... O leve balanço das plantas na brisa da manhã... Coisas assim. O pau quebra! É o buzú que chega e você tem que correr... Paraê motô!!!
Aquele sufocar do ar-condicionado e toda aquela papelada que não faria sentido algum para a jovem criança escondida no seu nó desajeitado de sua gravata. Você até tenta, mas seus companheiros de trabalho estão tão envolvidos nessa áurea nebulosa quanto você, mas  temos um objetivo: Ser feliz e superar qualquer adversidade para, enfim, ter aquela vida que sempre sonhamos.

É meu rei, eu sei que a vida não é nada fácil e que nossos problemas é só um mero detalhe diante dos problemas que passam nossos companheiros em zonas pobres. Mas aí você desiste... Entra na faculdade pra tentar ser jornalista, achando que vai conseguir mudar o mundo. Como?
Se eu soubesse, também não tentaria fazer a mesma coisa que você! Bem..., pode ser até em outra área (diferente de jornalismo), mas eu sei que, no fundo, foi nessa intenção que você entrou no jogo.

Time Of Heroes é daquelas músicas que quando você escuta, todo sufoco e tudo que você tem que enfrentar, faz sentido. Dá vontade de forçar o mundo a ser como um capítulo de Barrados no Baile, ou de transformar o trânsito caótico num novo e eterno Woodstock.

The Libertines é expert em compor músicas que nos faz pensar num mundo mais jovem e cheio de bobagens infantis. Faça um hot dog cheio de catchup e maionese, prepare uma boa caneca de Coca-Cola e chame seus amigos pra cair na piscina.
Claro que isso deve ser num sábado ou num domingo, viu? Nada de faltar ao trabalho!!!

Escale ao máximo o seu som e mande ver em Time Of Heroes!

 A MUSICA: Time Of Heroes "O conchavo"

A BANDA: The Libertines "A Rapazied"

O ÁLBUM: Up The Bracket "O consenso" 

O ANO: 2003  "O momento certo"

Mais informações: acessem o Site Oficial da banda e a Fan Page no Facebook.

Assistam ao vídeo de Time Of Heroes:



quarta-feira, 3 de outubro de 2012

O caso New Hit é a prova viva de como são e como agem nossos Insetos Interiores


O dia de hoje celebra um erro histórico no que diz respeito ao campo da justiça em nosso país. A justiça, cada vez mais falha, decretou que os nove integrantes da banda de pagode New Hit fossem libertados após prisão em flagrante pelo estupro de duas garotas menores de idade, depois do show da banda na cidade de Ruy Barbosa – Bahia, no dia 26 de agosto desse ano.


O Habeas Corpus foi concedido pelo Tribunal de Justiça Da Bahia (TJ-BA). Segue a alegação para tal conduta: “A assessoria de imprensa do TJ-BA informou ao Bahia Notícias que os desembargadores resolveram conceder por unanimidade o habeas corpus, decisão que foi baseada no fato de que o inquérito policial foi finalizado, os acusados têm residência fixa e não têm antecedentes criminais”.
Tendo em vista que a justiça torna legal o referido com base na Constituição Federal, Art V inciso LXV, LXVII e LXVIII do ano de 1988.

Essa é nossa Justiça!


Fica claro o fato de que:(visão pessoal) “se você tem residência fixa e sem antecedentes criminais, estupre à vontade!!!”

Como é possível tamanha displicência por parte de nossa justiça que deveria nos defender?

Mas lei é lei, ou acata ou se recorre. 

A Metamorfose ou Insetos Interiores  é um vômito diante de toda essa falta de escrúpulos do nosso sistema social, político, jurídico e comum. O Teatro Mágico poetiza, com firmeza, esse quadro.


Som Di Track lamenta uma decisão como essa. É uma derrota para qualquer tentativa de humanizar a música e qualquer expressão cultural que pretende ser limpa de todos esses agraves que poluem nossa música popular.

Mas o que vemos é uma juventude descerebrada! Inertes à sua real função: Futuros do país.

Medite. Escute essa explicação e tente fugir desse monstruoso aspecto repugnante do nosso ser, que tanto nos destrói e nada nos acrescenta.

Os nossos Insetos Interiores.

MÚSICA: A Metamorfose “A lógica mais sabia da realidade”

A BANDA: O Teatro Mágico “Lúcidos jovens”

O ÁLBUM: Segundo Ato “O conjunto expressivo de ideias”

O ANO:  2008

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Assistam ao vídeo de A Metamorfose / Insetos Interiores:


quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Ciúmes no Facebook? Dá control pra ela!!!


- Quem é essa V@%#&%*$@  que você adicionou no seu Face?

- Eu já lhe disse que não gosto disso! Você não me respeita mais? 

- Queria ver se fosse eu... Se eu adicionasse pessoas que você não conhece. Ai você iria logo reclamar...

Será mesmo? (RISOS)

A Web 3.0, além dos avanços em interatividade, nos trouxe um novo nível do pior karma no relacionamento amoroso: O Cyberciúme.

Deve ser porque as pessoas quase ao se reparam mais, pessoalmente, e deixam pra fazer o Raio X da personalidade dos que lhes interessam nas redes sociais.

Control nos dá uma boa ideia a respeito dessa tentativa frustrada de tentar controlar as pessoas ao nosso redor, e Puddle Of Mudd é a banda da queixa.

Seja o sistema, sejam as obrigações ou a relação amorosa: Todo mundo quer (controlar), mas ninguém se permite (ser controlado).

Numa de suas melhores músicas, a banda Sistem Of a Down diz: “Porque nos somos os que querem tentar. Você sempre quer jogar, mas nunca quer perder” – Aerials.

Abra seu Facebook na casa de sua namorada, deixe-a ver suas novas adições... Quando ela começar a borbulhar em fúria, escale o máximo do som e deixe Control entrar na mente dela.

E atenção: não nos responsabilizamos por mais nada a partir daí.

A MÚSICA: Control “Se você quer? Tome!  quer quer?  tome tome tome...!!!”

A BANDA: Puddle Of Mudd “Banda de possíveis divorciados”

O DISCO:  Come CleanShe’s fuckin andhates me.... trust!”

O ANO: 2001 “Nem facebook tinha”

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Assistam ao vídeo da música Control:


Vibração positiva 311 vezes com Amber.


Tá chovendo é?

Doidinho pra ver o sol raiar, pegar sua prancha e cair no mar... Ou pegar a bike e dar um role pelas ruas da cidade, chame a turma e se jogue!!!

Sabe aquela música que você gostaria de amplificar para que todo mundo ouvisse ao mesmo tempo? Amber é a música perfeita pra esses momentos.

Rock Fusion de qualidade, 311 (se pronuncia Three Eleven) é uma reunião de irmãos da vibração positiva.


- Ei amor... Tá me dando uma vontade imensa de te envolver nos meus braços e só largar quando, enfim, o mundo se tornar um lugar melhor.
- Mesmo sabendo que nunca alcançaremos os sonhos revolucionários de nossas mentes adolescentes, sentir isso por você me faz o cara mais feliz do mundo! Então: Dance comigo!!!

Amber é uma brisa calma dos ventos que vem do leste. Aquele que bate às seis horas da manhã e faz o mar quebrar perfeitamente. Depois de uma bela noite ao lado de sua melhor companhia; acorde cedo e vá até o mar, (ou até onde for desde que seja agradável) descalce os pés e sinta!

A MÚSICA: Amber “A inspiração dourada”

A BANDA: 311 “Mulecada positive vibration

O DISCO: From Chaos “O esquema”

O ANO: 2001 “A VIBE

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Assistam ao vídeo de Amber:


sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Com sua Magic Potion, a Banda The Black Keys nos mostra o que o Riff é a melhor distorção nesses Modern Times

Todo dia alguém... passa fome; Morre nas filas de emergências nos hospitais públicos; Enfrenta horas de engarrafamentos em ônibus lotados; Perde suas casas em incêndios nada suspeitos;
Lutam pra tirar seus filhos do mau caminho...

E no Horário Eleitoral,  nossos Senhores de Engenho nos fazem de bobos, pregando a melhora de um problema criado por Vossas Incompetências. Sem ofensa, sem agressão... Apenas com verdades... Dessa forma vos apresento: The Black Keys.

É isso que Dan Auerbach(Guitarrista e vocalista) faz, ao distorcer sua guitarra em Modern Times. Em cada Riff, sente-se o vibrar da desigualdade Globalista doendo no couro do seu ouvido e nos ossos de sua razão.


É assim (distorcida) que nossa realidade é mostrada! E é assim também (distorcida) deve ser nossa aceitação aos planos dos nossos indignos Senhores do Estado.

É de se compreender quando percebemos que nossas almas foram escravizadas pelo poder financeiro que se diz mandar na existência. Mas quem se vendeu não fui eu. E nem você.

Nós devolvemos o trôco com o fato de saber as armadilhas e artimanhas do jogo, e jogamos na cara deles esse grito...


Ligue sua TV. Sinta o princípio de dor de barriga chegando... Depois de 5 minutos - se você conseguir resistir tanto tempo assim, desligue-a. Ponha Modern Times no último volume e revide!!!

A MÚSICA: Modern Times "A queixa"

O GRUPO: The Black Keys "Um exército de dois caras"

O ÁLBUM: Magic Potion "A sátira"

O ANO: 2006 "O Momento certo"

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Drama Urbano de Salvador - BA. É crime? Não. É ROCK IN ROLL!!!

Rock se faz com alma... Com vontade de transcender as ideias, em qualquer estado, e explodir o mundo com as frequências conscientes das ideias emanadas.

Rock se faz com os amigos... Aqueles pentelhos do ensino médio que se distanciaram por conta do alto preço do leite Ninho, mas depois - com uns quilinhos a mais e uns fios grisalhos na cabeça, retornaram e parece que nunca envelheceram.

Rock se faz com o filho querido, o sobrinho que tanto lhe admira... O vizinho que lhe pedia Cds emprestado, mas um dia você resolve ir na casa dele pegar e descobre que o sacana tem uma bateria. Junta com sua guitarra, chama aquele velho amigo de luau - que não tocava muito, só marcava as notas no baixo, compra um baixo velho no Mercado Livre e monta um Power Trio.


Rock se faz nos becos do Pelourinho - rompendo o paradigma de que: A noite de Salvador só tem batuque de tambor. Nos bares do Rio Vermelho, onde a Rapazied Undergound se reúne para exorcizar os conteúdos massacrantes de seus cursos universitários.

É assim que se faz Rock!

Drama Urbano não é diferente desse conceito. Que pode até ser acrescido ou subtraído um tópico ou outro, mas é sempre nessa energia e descontração.

Ver um show desses caras me trouxe uma satisfação imensa. Nos becos antigos do Pelô, com a acústica penetrando os velhos casebres da Quincas Berro D'Água, tive o prazer de relembrar músicas de Raul Seixas, Pink Floyd e Chico Buarque. Chico Buarque?

Sim! Oras bolas..? Tem em Rap, não vai ter em Rock in Roll???


Vitor Lopes. Gente boa demais! Muitas lembranças boas da última vez que os vi em ação. 
Drama Urbano é aquela banda que podemos chamar de Rock de Família. Com Timóteo Lopes e André Jr.  

Vale a pena conhecer melhor o som desses soteropolitanos que só querem X, Y e muito ROCK IN ROLL!!!

Mais informações, acessem o Site Oficial da banda..

Assistam o vídeo de Drama Urbano fazendo cover de Confortably Numb (Pink Floyd). E os amigos leitores que me conhecem, vão me ver cantarolando bem na frente do palco.


quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Uma viagem distante pra dentro de si próprio. O barco é o transatlanticism, e os capitães: Death Cab For Cutie!

-  Ei...?

-  É você mesmo! 

- Obrigado por existir...! O mundo fica cada vez mais bonito com o seu sorriso. Mesmo que, pra mim, seja só dessa vez!  

Quantas vezes você já encontrou almas gêmeas

É... Abra mais o seu campo de percepção. Existem mais de 6 bilhões delas espalhados por cada esquina desse mar chamado mundo, e você tá perdendo a oportunidade de ganhar o seu trôco justo pela doação humilde do que tens de mais especial: A sua atenção.

Acho que não foi por acaso que me sugeriram falar sobre esse fantástico trabalho musical, chamado: Transatlanticism, que esses jovens do Death Cab For Cutie nos presentearam.

Quem nesse mundo é estranho? 

Somos todos peixes perdidos. Nadando em círculos nesse aquário chamado Terra,  por anos e anos...


E a magia consiste em nos ajudar a encontrar nossos sentidos, um no outro, eternamente. Nascendo e renascendo no contexto experimental da existência. 

Buscando dar sentido ao que somos e ao que podemos ser. Um para o outro, eternamente...


Transatlanticism não é só um disco. É o sorriso dos nascidos na era da contagem em números, valores e ações. Essa coisa aí que eles chamam de Globalização, Mercantilismo, Mídia e Economia Financeira... Um bocado de tonteiras sem nenhuma serventia pra'alma que deseja ser "SER".

Livre-se dos conceitos pré-determinados. jogue fora toda essa vergonha que te faz se afastar... Esse ego que te transforma em solidão, e voe!!!

E atenção:  Essa música pode te fazer chorar... Pode te fazer sorrir, te fazer refletir... Enfim. 

Mas uma coisa é certa: Ela vai te fazer sentir o que você mais precisa nesse momento... Sentir a si próprio!
Boa viagem...!

A MÚSICA: Transatlanticism "O barco à vela que você precisa pra navegar no seu mar"

O GRUPO: Death Cab For Cutie "Juventude Positivista"

O ÁLBUM: Trasatlanticism "O espelho"

O ANO:  2003 "A entrega"

Mais informações acesse o Site Oficial da banda e a Fan Page no Facebook.

Assistam ao vídeo da música Transatlanticism.