quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Mike Cavanaugh nos mostra o melhor de se inspirar no Canadá

Por: Joaquim Castro


Pra onde você gostaria de ir esse exato momento? 
Quem você gostaria que lhe fizesse companhia nos momentos mais difíceis e delicados de sua vida?
As vezes gostaríamos de um namorado ou namorada...  As vezes gostaríamos de amigos, família e conhecidos..., mas nunca gostaríamos de um estranho. Porquê?


Queremos aquela pessoa certa, pois os nossos sentimentos mandam na maioria de nossas ações. Um fluxo de paixão nos toma e quando menos percebemos, eis que surge a solidão do tamanho do mundo tentando nos esmagar com senso de culpa e autoestima baixa. 

É nesse exato momento que você precisa de uma boa companhia, e fazer dela a melhor do mundo, mesmo que seja um estranho.


Foto: Joaquim Almeida
What You’re Doing To Me é uma dessas canções que serve como travesseiro confortável para aqueles momentos em que a falta e a solidão persistem em tomar conta de nossos corações. Particularmente, eu já não acho estranho o fato de artistas canadenses terem muita qualidade musical, quando se é fã de bandas como PinkMountaintops, Black Mountain e LightingDust. E já se torna evidente que Mike Cavanaugh, para mim, é mais um canadense escolhido para rechear meu Player de boas e novas músicas.



Abra seu coração e pense naquela pessoa com quem você tanto gostaria de estar. Fique na companhia dessa linda canção e faça dela sua amiga. E no momento exato em que você encontrar essa pessoa, pense no que essa canção te diz e te faz refletir. Tenho a certeza que vocês irão se surpreender com os resultados.

A MÚSICA: What You’re Doing To Me “Um sussurro da alma que deseja não ser só”

O CANTOR: Mike Cavanaugh Damien Rice soube influenciar bem, essa molecada”

O DISCO: Hold On “A feira completa de boas músicas”

Mais informações acessem o Site de Mike Cavanaugh e sua Página no facebook e também confira o Álbum Hold On no itunes.

Assistam ao vídeo de What You’re Doing To Me:


A GRANDE FERA e nossos dilemas sócio-ambientais

 Por: Joaquim Castro
 
Todas as noites eu penso que tudo isso está acabando... É... Só pensando mesmo. Mas pensando em quê, velho?

Antes de deixar a mente pipocar os motivos para passar a noite inteira pensando em muitas coisas que deveriam acabar, vamos pontuar os grandes fatos recentes e refletir em questões simples: É tudo culpa da GRANDE FERA!

Bem, pelo menos é o que Jason Molina nos diz em The Big Breast, em conjunto com os meninos da Magnólia Electric Company.

E quem é a grande fera? 

Antes de definir essa fera, vamos falar sobre o quê lhe torna real: 

Um dos pratos mais saboreados pela grande fera é o PETRÓLEO. Ele é o seu alimento principal - podendo até dizer que, sem o petróleo, essa espécie não sobreviveria. Ela está no topo da cadeia alimentar, e todas as outras espécies passaram a depender dela de forma vitalícia.


A grande fera é a INDÚSTRIA ou o MERCADO?

A fera
O Brasil também abriga uma dessas feras, passou a ser a 6° maior de todo o planeta. E como o Brasil tem uma forma muito particular de preparar seus pratos típicos, a fera brasileira deu um upgrade na maneira de preparar sua refeição favorita. Eis que nomearam de PRÉ-SAL. E ela vai tomar de canudinho... Claro que vai ter um tempero diferente, por aqui, mas isso é comum em todos os ambientes em que as grandes feras vivem: um gostinho de injustiça.



A grande fera é a ECONOMIA ou o GOVERNO?
 
Como todo grande animal, essa fera come de maneira mal educada, e deixa cair migalhas pelos cantos. São com essas migalhas que as outras espécies complementam a sua “subvivencia”.

A comida da fera
E das migalhas que caem do pré-sal, surgem os ROYALTIES – o que dá (em partes) pra remediar os danos, mas não vamos nos esquecer de que a cadeia alimentar segue a diante, e existem outras espécies antes de chegarmos aos pequenos microorganísmos que somos nós: OS POLÍTICOS...





Nem precisa explicar quem são e como agem esses seres. Mas vamos trazer o papo pra nossa realidade.
Existem varias camadas dessa raça, uma delas são os deputados. Recentemente, esses seres - quase irracionais, aprovaram uma lei para o uso desses tais de Royalties. Havia um projeto que defendia o fato de que 100% desse capital fosse investido em educação.
EDUCAÇÃO?

(...)

Nem vou falar demais. O que é óbvio se explica por si mesmo.


Em destaque, os deputados baianos que votaram contra os 100% dos Royalties para a educação.

Que bonito...?!

Mas não se confunda com a imagem. Os que votaram (SIM) decidiram por não disponibilizar os 100% para a educação. Pois o foco da votação era: “Devemos não aprovar que os 100% dos Royalties do Pré-Sal sejam destinados à educação?”.

Olha só os nomes dessa lista, rapaz...?! xii...


Magnólia Electric Company
Ai, Jason Molina canta assim:

 “Gostaria de ver tudo em ruínas, ao invés de tudo isso que eles continuam fazendo em nome da gente. Gostaria de ver tudo destruído, e reconstruirmos algo respeitável por todos(…) Agora toda noite eu penso como costumávamos ser dignos, como não temos sido recentemente. Toda noite eu penso como costumávamos ser dignos…

Mas quando pensamos que já acabou, eis que nossa bestas medianas - os políticos - planejam ampliar a dieta da grande fera, e lhes proporcionar um novo tempero para essa iguaria: A USINA DE BELO MONTE.


Região de Belo Monte
- Marapaz... E os apagões que aconteceram no Norte-Nordeste?

- Filho, quando se quer testar, não utilizam como cobaia os micro-organismos mais bem preparados pelo incentivo capital. Você gostaria faltasse luz na região sul-sudeste? Tá maluco?

É nessa perspectiva que a grande besta segue se alimentando. Mas muita gente que não esperou pelos Royalties pra se educar conscientizou-se e estão indo à luta contra esses e diversos outros mecanismos de alimentar desenfreadamente a grande fera.



                                        Vídeo do movimento Gota D'Água.


Vidas humanas e diversas outras espécies dependem de sua colaboração, para morrer e para viver. A escolha quem faz é você.

Campanha em Redes Sociais do Movimento Em Defesa da Carreira Nacional de  Professores  da Educação Básica.

Por enquanto, eu fico como Molina diz. Pensando em como costumávamos ser mais dignos e decentes...

A MÚSICA: The Big Beast “A enrrascada em que nos metemos”

A BANDA: Jason Molina – Magnólia Electric Company “Os profetas”

O ÁLBUM: Trials And Errors Huston, we have a solution

O ANO: 2005, gravado em 2003. “Como eu queria estar em Bruxelas nesse ano...”

Mais informações acessem o Site da banda e a página no Facebook.

Assistam ao vídeo de The Big Beast:


terça-feira, 6 de novembro de 2012

Movimento DELTA9 lutando por nossas lindas praias da Cidade Baixa, Salvador - Bahia

Por: Joaquim Castro

Nossa linda orla marítima foi, e é: cantada, proseada, visitada e fotografada ao longo dos séculos, nesses mais de 500 anos de história. Mas esqueceu-se que existe vida marinha além da orla de Salvador! E muita vida...


E foi com essa consciência que um grupo de ativistas soteropolitanos criou o movimento DELTA 9 – D9: “Movimento de rua Delta9 que tem por objetivo transformar a praia de Roma – Cidade Baixa, Salvador, Bahia em um local para banho limpo, sem riscos para doenças e pele e conscientizado para questão ambiental e de saúde, vamos transformar um lugar que já é perfeito no seu visual, em um lugar valorizado, limpo, organizado e com atividades periódicas”, é assim que eles definem esse movimento.

Jéssica Lago tem 24 anos e é moradora local. Antenada nas demandas sociais e na luta por igualdade e senso comum, ela e seus amigos da Cidade Baixa decidiram montar o movimento, pois estão indignados com a falta de cuidado e higiene das praias.


Eles não lutam apenas em prol das praias, mas a intenção é de buscar também melhorias para pontos de cultura, lazer e locais históricos. “Queremos mudar a cara de nossas praias, incentivar a reciclagem, vamos grafitar os muros com mensagens de conscientização e espalhar lixeiras pelas praias, exigir um local para coleta de lixo decente, mexer nas areias, catar lixo, enfim, consciência geral de que nossa praia é um local vivo e que precisa ser cuidado”, disse Jéssica.

O D9 realizará um movimento de limpeza e conscientização na praia de Roma no próximo sábado, dia 10 de Novembro às 14hs. O local exato será na rua atrás do Abrigo D Pedro II. Todos estão convidados e vale a pena conferir e ajudar essa galera que luta por nossas praias.

Mais informações acessem a Fan Page do Movimento D9 no Facebook.

E de presente, aí vai uma das mais gostosas canções do nosso  eterno cantor Chico Sience: A Praieira: 


quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Tão achados e ao mesmo tempo perdidos... Mas a fé é o nosso satelite

Por: Joaquim Castro


Com um simples click, todas as pessoas podem  saber o que você faz, onde esteve e como chegar até você. O novo mecanismo de comunicação e localização - Check in - é uma febre internacional, onde plataformas móveis, cada vez mais sofisticadas, conectam as pessoas.


A coisa ficou tão sintetizada e dinâmica, que as pessoas nem precisam mais usar o português (no caso do Brasil) para escrever uma mensagem explicativa sobre a ação. Agora basta usar o termo: #partiu e dizer o local: faculdade, clube, praia... O próprio senso de realidade perdeu detalhes de seu imaginário para as facilidades que o mundo virtual oferece para as ações, mas com toda essa tecnologia ao acesso de muitos, por que as pessoas estão mais distantes umas das outras?

O processo de artificialização das relações tem transformado as pessoas em seres menos sentimentais, afetivos, e podendo até dizer: menos humanos. Em contra partida, é claro que muita coisa que se comenta virtualmente não teria muito espaço nas ações dos indivíduos enquanto juntos.

Um grande exemplo disso é o ativismo preguiçoso: uma nova mania global de protestar por meio de abaixo assinados virtuais. Mas o resultado disso, presencialmente é catastrófico: convoque o povo para um manifesto presencial - por mais pacífico que seja - Em média, 85% pulam fora.

O mundo mudou muito nos últimos 10 anos, e uma das maiores características dessa mudança talvez seja a perda da fé. 

As pessoas ainda tentam depositar esperança, só que o problema está exatamente ai: esperança em quê? Satellite é um chamado para uma esperança que sempre existiu e se renova a cada dia: A esperança em Deus. P.O.D é um grupo de jovens que dedica suas vidas ao resgate dessa fé, que independe de religião. Esse direcionamento que precisamos pra tornar nossos check in’s mais construtivos. Ter fé nesse satélite que nunca sai do ar e está sempre conectado a você.





A MÚSICA: Satelitte “Um relato de entrega e fé”

A BANDA: P.O.D “O retrato da juventude que se molda mas não perde a essência”

O ÁLBUM: Satellite “Se dúvidas, um dos ‘the best of álbuns’ da nova geração do Rock

O ANO: 2001 “Um presságio? Talvez...”

Mais informações acessem o site da banda e a FanPage no Facebook.

Assistam ao vídeo de Satellite:





quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Se o mundo fosse acabar.. mas não já está acabando?

Por: Joaquim Castro



Meu amigo... Andam dizendo por ai - e se é verdade eu não sei - que o mundo vai acabar em 21 de Dezembro de 2012.

Erraram no 11 de Agosto de 1999 com Nostradamus, mas o cara falava que "Marte reinaria". Aos muito entendidos sobre mitologia, Marte é o Deus da guerra, e quem viu o que aconteceu nos anos seguintes, relembra os fatos do trágico 11 de setembro de 2001 e sua terrível guerra estabelecida no Oriente Médio.

Tem muito louco por ai predizendo o fim dos tempos. Não faz muito tempo, no Piauí, um simpático Pastor evangélico previu o fim dos dias. Foi um bafafá daqueles... O cidadão quase foi linchado, pois previu a chegada do dia do juízo para as cinco horas da tarde do dia 12 de outubro, sexta-feira (faltou um dia pra a data ser cabalística... pire ai?).

O mundo não acabou, mas pra ele quase que acaba (Risos).

Mas vamos levar as coisas para fundamentos mais sérios (se é que pode haver seriedade nesses casos):

O mundo começou a mudar a partir do ano de 2008. A crise imobiliária detonou com a economia mundial, e o mundo entrou na pior crise econômica desde o Crack da bolsa de 1929.

Ai as coisas começaram a ficar estranhas... O Brasil - Pais que até então era visto como subdesenvolvido, de Terceiro mundo e sem representatividade mundial - passou por essa crise com muita facilidade e sem muitos impactos em sua economia (veja só, rapaz...). Desde que nos entendemos por gente, o Brasil deve até os fundilhos pra o FMI. (?) devia, não deve mais. (veja só o sinal do fim dos tempos...).

Emprestamos dinheiro (Ó pai, ó?) para o FMI e ganhamos recentemente o posto de 6° potência econômica mundial. (?) Nem tente entender... É o fim dos tempos.

Mas ninguém ficou rico, meu irmão, nem adianta falar disso... No dia que ganharmos uma cadeira na ONU será o dia do soar das trombetas apocalípticas! Foi mal, eu levei as coisas para caminhos mais complicados de se entender. Mas vamos lá...

Os Maias previu o fim dos tempos Dezembro desse esse ano, e muita coisa estranha passou a acontecer:

Recentemente, duas senhoras receberam café com leite e sopa na veia – de fato que nossa incompetência na área da saúde sempre foi grande, mas num país onde se passa fome, morrer gente por má administração de alimentos é muito estranho.

Socialmente falando, é natural que se condene crimes onde o grau de agressividade e monstruosidade seja elevado, mas, recentemente, a justiça concedeu Habeas Corpus pra um grupo de 10 integrantes de uma banda (diria bando) de pagode, acusada de estuprar duas garotas menores de idade, no interior da Bahia.

Alguns veículos se deram ao desprazer de entrevistar os supostos acusados – pois com a liberação dos réus a evidência do crime diminui - perguntando-lhes como foram os dias “de suposto sofrimento” atrás das grades. Todos passam bem, “vivinhos da silva” e com muita disposição até pra voltar pra vida artística... Ah, vocês devem estão curiosos pra saber como estão as meninas... Amigo (a): QUEM SOUBER MORRE!

Ai me vem a última (como já não bastasse tantos sinais do fim dos tempos). Eis que morre um cara.

Sim... E ai?



Nada de mais. A família vela o parente querido, mas eis que as trombetas do apocalipse ecoam: O sujeito aparece vivo no próprio velório!

Depois disso ai... (tenso)

E o pior... Foi na Bahia.

Bem, se o mundo passar de 21 de Dezembro, meu rei... Não sei mais o que esperar!

Paulinho Moska é um artista visionário. Escreveu O Último Dia com a intenção de despertar seu imaginário pra essa inexplicável, porém pertinente pergunta: Se o mundo fosse acabar, o que você faria?



A MÚSICA: O Último Dia “Eu nem sei, viu?”

O ARTISTA: Paulinho Moska “O cara que faz muita pergunta difícil”

O DISCO: Pensar é Fazer Música “Pense ai, que se pensa muito quando se pensa em fazer música?”

O ANO: 1995 “E as profecias ainda estavam por vir”

Mais informações sobre Paulinho Moska acessem o Site e a sua Fan Page no Facebook 

Assista ao vídeo da Música: O Último Dia.


quarta-feira, 17 de outubro de 2012

A malandragem masculina é a semente para o delírio das mulheres

Por: Joaquim Castro


Não importa que tipo de homem você é, mas a malandragem masculina vai arrumar um jeito de se mesclar a sua personalidade. De fato, todas as mulheres gostam de muito carinho e atenção. A maioria suspira por feitos românticos e pela sutileza da côrte masculina.

Mas, inexoravelmente, toda mulher gosta de uma característica que nenhum sapato, maquiagem, salão de beleza e shopping center têm: A SAFADEZA!

Isso só nós, homens, possuímos. O que muito facilita a vida nesses dias onde o deslumbro do consumo faz brilhar olhos da mulherada. O estilo safado pode ser implantado nos carecas, barrigudos, magrelos... Em qualquer tipo físico, pois ele requer de você apenas a sua imaginação e poder de sedução.

The Roots faz parte desse enredo, onde chamar a atenção das mulheres é um estudo quase acadêmico. E em The Seed 2.0, essa áurea sedutora está em evidencia!

Ponha aquela beca bem estilosa, um chapéu de gangster ou uma boina de baixista de Jazz, arrume a gola da camisa, lave o carro e detone com o caixa eletrônico, pegue sua gata e ponha no carro.

Ponha The Seed 2.0 pra tocar e leve ela pra qualquer lugar... Para as estrelas ou para uma suíte Master, é lá que ela vai querer terminar de aproveitar essa característica que elas adoram em nós: Homens Safados!


A MÚSICA: The Seed 2.0 "O gingado perfeito"

A BANDA: The Roots "Hip hop de 1° qualidade"

O ÁLBUM: Phrenology "O álbum de hip hop mais experimental que já ouvi"

O ANO: 2002 "Me lembro da 1° vez que vi essa música na MTV"

Mais informações acessem o Site da banda e a Fan Page no Facebook;

Assistam ao vídeo de The Seed 2.0:



terça-feira, 16 de outubro de 2012

Alcançamos o nível máximo da inutilidade?

Por: Joaquim Castro


Pare o mundo que eu quero descer, meu irmão!

Mas antes de pedir o próximo ponto, vamos refletir sobre alguns conceitos desse nosso grandioso sistema educacional: No início dos anos 2000, entrar na faculdade passou a ser um sonho realizado para muitos brasileiros, que tanto desejavam uma carreira de sucesso com estudos acadêmicos.

Com a renovação política das bases que rege nosso governo, deixamos de ser um país exclusivista (como prediz os conceitos neoliberais), pra nos tornar socialistas econômicos (com as classes emergentes podendo usufruir dos bens de consumo que antes não tínhamos acesso). Grandes investimentos na área da educação passaram a ser implantados e a juventude brasileira passou a ter oportunidades em todas as esferas do Ensino Superior.

Aí uma verdadeira corrida começou: Universidades de tudo que é canto passaram a se fundir com grupos acadêmicos de entidades Norte-Americanas; Diminuiu o valor de muitos cursos; O Enem – Exame Nacional do Ensino Médio passou a isentar vestibulares, e alcançou o status-mor de servir como acesso direto e isento em diversas faculdades do Brasil com o sistema Sisu e Prouni; Surge o Fies, dando suporte para financiamentos bastante acessíveis para quem não conseguiu bolsas nos sistemas de inserção gratuita... Enfim, no Brasil, só não consegue entrar para o nível superior de ensino quem não quiser.

Mas, meu irmão... Tudo que começa grande, se não tiver um planejamento eficaz, termina de forma trágica ou caótica. Como diz o ditado: “Quanto maior a altura, pior será a queda”, e quando a sabedoria popular - essa que não costuma falhar - larga uma das suas... É melhor sair de baixo!

Mas, vamos justificar a prosa...

Nessa segunda-feira, muitos veículos de comunicação publicaram a notícia que posso classificar como ‘A pior agenda do mês’. No último Domingo (14), uma estagiária de Enfermagem aplicou CAFÉ COM LEITE na veia de uma Idosa de 80 anos que sofria de problemas renais, em um Posto de Atendimento Médico (PAM) do estado do Rio de Janeiro. A idosa não resistiu e morreu.

Essa tragédia acontece seis dias após outra idosa morrer (também no Rio de Janeiro) por causa de um erro do enfermeiro ao aplicar SOPA na veia dela.

Quê é isso?

Inútil nos mostra o quanto estamos despreparados para desenvolver funções onde é necessário mais treinamento e competência profissional. Mas nossos cursos acadêmicos estão preparados para nos oferecer um bom conteúdo teórico e prático das funções que iremos exercer?

A insatisfação e a péssima qualidade dos cursos acadêmicos é um assunto bastante pertinente em muitos debates sobre o Ensino Superior, no Brasil. Como já não bastasse diversas críticas, em esferas diversas, sobre a competência do povo brasileiro, nossa inutilidade e incompetência ganha às capas de jornais, nos colocando (como sempre) no centro das piadas mundiais.

Ultraje a Rigor canta, desde muito tempo, algo que se repete ao longo de nossa história. Nosso BRADO RETUMBANTE, diante de tantos erros sistemáticos, faz com que a sociedade brasileira decline para a inutilidade.

Agora durma com um barulho desses...



A MÚSICA: Inútil “O fato”

A BANDA: Ultraje a Rigor “Úteis”

O DISCO: Inútil/Mim quer tocar “A censura até que tentou, mas a verdade sempre aparece e prevalece”

O ANO: 1983 "O que já tava errado começava a piorar"


Assista ao vídeo da música:


sábado, 13 de outubro de 2012

Salvador precisa ser uma cidade livre

Por: Joaquim Castro


Dois lados da mesma moeda: Influência direta no bem e no mal-estar de milhões de pessoas, Salvador passa por um dilema bastante complicado: Quem devemos eleger para governar nossa cidade?

De maneira nenhuma as tendências ideológicas salvariam a lógica da escolha, tampouco os projetos e propostas apresentadas para nossa cidade são de total eficácia e lúcidas, no contexto das nossas necessidades, a longo, médio e curto prazo.

Set Us Free é um pedido justo! Algo que realmente estamos precisando: Liberdade! Principalmente a liberdade de recusar determinadas demandas que não encantam e nem assistem nossas necessidades.

Recentemente, nosso governador voltou atrás e retirou a Bahia do horário de verão. Há quem diga que foi manobra eleitoreira, mas há quem diga que foi uma vitória do povo... 

Eu prefiro ver isso como um começo. 

A possibilidade de ser assistido quando descontente. Um diálogo de mente e ouvidos abertos a critica e a justa razão... A tal da democracia.

E mesmo com os descompromissados no poder, devemos sim: pedir, justificar e sermos atendidos.

Que os planos dos assassinos caiam por terra! Que as propostas sejam eficientes, as promessas sejam dosadas de equilíbrio e competência, e o principal: Que o povo fale!





A MÚSICA: Set Us Free “O resultado da observação”

A BANDA: Black Mountain “Viram e entenderam o que Luíza não viu no Canadá

O ÁLBUM: Black Mountain “O novo que revive o velho”

O ANO: 2OO5 “A conjuntura”

Mais informações acessem o My Space e a Fan Page da banda.

Assistam ao vídeo da Música Set Us Free: